Como lidar com as brigas entre você e seu amado e ficar sempre por cima

Seu namoro anda sujeito a chuvas e trovoadas?

Daqui para a frente então se  acostume com tempo ensolarado…

Acompanhe o guia definitivo para você vencer todas as discussões a dois. E sem parecer uma bruxa!^^

Provavelmente já aconteceu de você tentar fazer um relacionamento complicado funcionar e, de repente, vê-lo desandar de vez, justamente quando mais se esforçava para agradar. O pior é que, na época, não houve nenhum grande conflito capaz de explicar esse desfecho, certo? É que, ao contrário do que a gente imagina, não são as grandes desavenças que costumam pôr tudo a perder. A gota d’água quase sempre é uma rusga, coisinha tão boba e aparentemente inofensiva que, na hora, a gente não dá a devida importância. E, depois, nem é capaz de lembrar… Até pensa: “O que foi mesmo que fez a gente brigar?” O mais provável é que os problemas tenham começado meses antes da explosão, quando um dos dois fez uma pergunta inocente do tipo “Está com sono?” Parece mentira, mas a resposta e o jeito como o outro reagiu podem ter envenenado de vez o romance. Acontece que, como são situações triviais, não damos a menor bola a elas… E é aí que mora o perigo.

Os psicólogos dizem que perguntas simples muitas vezes funcionam como ofertas irrecusáveis, no melhor estilo bagatelas: exigem uma resposta, mas ninguém pensa muito antes de falar — afinal, o assunto não tem lá grande relevância. Além disso, somos apanhadas de surpresa, desarmadas, totalmente desencanadas de seu potencial para criar encrenca. Dá para entender direitinho se a gente imaginar a seguinte cena: seu namorado está trabalhando no computador. Então, você se aproxima e oferece: “Quer um café?” Existem três respostas possíveis para o “desafio velado” que, sem se dar conta, acabou de fazer:

» Ele pode reagir de maneira positiva
“Maravilha! Com bastante açúcar, ok?” Para os psicólogos, isso é mais ou menos o que faz um atacante em um jogo de futebol quando recebe um passe na medida: mira no gol, chuta e corre para o abraço.

» Ele pode reagir de maneira negativa
“Nem pensar. Seu café é muito fraco para o meu gosto. Deixa que eu mesmo faço.” Aí, nem precisa dizer. É, na melhor das hipóteses, um chute na sua canela.

» Ele pode continuar na dele ou sair pela tangente mudando de assunto
“Hoje, vai passar na tevê aquele filme do Brad Pitt que você adora.” Trocando em miúdos, é um caso típico de quem não quer correr o risco de chutar para fora.

  • 3 MANEIRAS DE TRANSFORMAR UM NÃO EM UM SIM

Quando você ouve algo parecido com as duas últimas respostas, rapidamente reconhece que o interrompeu na hora errada e decide que é melhor ficar quieta e não incomodar mais. Já a primeira faz um bem danado ao seu ego — e pesquisas já provaram que isso é fundamental para fortalecer qualquer vínculo amoroso. Mas também sabemos que, infelizmente, nem sempre é possível receber do seu homem um retorno tão positivo. Por sorte, existem três maneiras de você transformar um não em “quase” sim e sair por cima da história:

1. Mesmo que não concorde com uma vírgula do que seu homem falou, procure alguma coisa positiva para dizer antes de apresentar seus argumentos em contrário.

2. Mantenha o mesmo assunto antes de entrar na conversa dele: “Acabei de tomar um Nespresso… E também acabei de ver na programação de tevê que hoje vai passar aquele filme!”

3. Preste atenção em como surgem os conflitos nas novelas e seriados. Eles estão cheios de bons exemplos de como reagir a banalidades de forma a evitar que virem um drama e a fortalecer o romance.

Agora, se uma guerra foi deflagrada, as estratégias são outras. Para cada veneno que seu homem lançar, os experts em relacionamento sugerem um antídoto para você lidar com a situação sem descer do salto. E, quem sabe, ainda ouvir um pedido de perdão… na cama.

  • COMO ASSUMIR O CONTROLE DA DISCUSSÃO

Quando uma desavença evolui para bate-boca, as mais ridículas diferenças de opinião (por exemplo, em qual gaveta guardar as camisetas) podem ganhar, em questão de segundos, proporções de batalha campal. E com direito a troca de acusações (“Você nunca se levanta desse sofá para me ajudar”), afrontas pessoais (“Você é um egoísta, não liga a mínima para mim”) e, em casos extremos, ação (“Para mim chega! Minha mãe é que tinha razão, você não presta mesmo. Some da minha frente!”). O segredo para evitar que o impasse vire briga de foice no escuro é driblar quatro situações que são puro e letal veneno.

1. TENTAR DIMINUIR VOCÊ

Digamos que, no meio do papo, ele jogue baixo: “Como sempre, você está fazendo drama à toa e daqui a pouco vai começar a ficar histérica.” Esse é o tipo de comentário que faz qualquer uma de nós subir pelas paredes de ódio. Mostra que o fulano se sente superior e que a gente não passa de mulherzinha idiota e descontrolada, como se vivesse em eterna TPM.

SEU ANTÍDOTO

Dê ao oponente o benefício da dúvida. Por que ele disse isso? Será que, em vez de furioso, está é assustado com a sua disposição para não deixar barato? Em vez de debochado, preocupado com outra coisa grave? Em vez de grosso, estressado por causa do trabalho? Algumas palavras de reconciliação ou um abraço podem bastar para impedir que o veneno se espalhe. Concordar é outro bom antídoto para lançar mão quando ele acusar você de estar nervosinha demais. Assim: “Estou furiosa mesmo porque sei que discutir com você é pura perda de tempo”. E não diga mais nada. Há chances de a conversa parar por aí — pois só um doido varrido insiste em brigar com quem não discorda dele. Ou, na pior das hipóteses, ao assumir sua vulnerabilidade estará mudando o tom da discussão.

2. GENERALIZAR EM TOM RECLAMÃO

Já pensou ter de engolir esta: “Você não escuta o que eu falo. Nem hoje nem nunca!”? Pois a generalização é uma espécie de declaração de guerra. É que palavras como “sempre”, “nunca”, “todo”, “nenhum” associadas a “você” costumam passar o seguinte recado:

» Você sempre acha que tem razão.
» Você nunca faz nada do jeito certo.
» É típico de você esquecer as coisas importantes.
» Tudo em que põe a mão sempre dá errado.
» Você jamais ouve a opinião alheia.

ANTÍDOTO

Por mais difícil que seja, é melhor respirar fundo e não jogar mais lenha na fogueira. Ao contrário, evite que o fogo se alastre mantendo o foco da discussão: “Sobre isso a gente fala depois. Nossa prioridade agora é resolver esse problema”. Ou: “Tudo bem, já entendi o que você pensa sobre mim. Tem alguma sugestão que funcione nesta questão?”

3. ROTULAR SEM DÓ

“Você é desorganizada, preguiçosa e irritante”, alfineta o adversário, ops, namorado, de maneira curta e grossa. Esta aí uma frase que tira qualquer mulher do sério porque vai muito além de uma crítica — atinge a nossa identidade. A emenda fica pior que o soneto se o sujeito usa comparações para conseguir o efeito devastador — dizendo “Só uma maluca pode acreditar nisso” — ou, num impulso perverso, quer convencê-la de que não está com nada: “Tem certeza de que não é a primeira vez que pisou na cozinha?”

ANTÍDOTO

No auge da irritação, todo mundo diz absurdos dos quais se arrepende. Seu desafio é pensar nisso quando for atacada covardemente. Segundo os psicólogos, quanto mais agressiva a investida, maior a possibilidade de não ter nenhum fundo de verdade. O negócio, então, é fazer de conta que está dentro de uma armadura, a salvo das provocações. Lembre-se ainda de que o usuário desse tipo de veneno espera que você se descontrole. Portanto, desarme-o com uma resposta vaga como “Ok”, “Sei…” ou “Vou fingir que nem ouvi”. Mais tarde, volte ao assunto que gerou a discussão fazendo uma pergunta pertinente ou pedindo uma solução.

4. USAR PALAVRAS PERIGOSAS

“Minha mãe só queria agradar, mas você tinha que recusar o convite dela para jantar.” Certas palavrinhas, especialmente “não” e “mas”, podem criar caso ou atiçar uma discussão. Às vezes, o outro nem precisa falar. Fazer cara de “ninguém merece”, dar um sorrisinho cínico ou sair batendo a porta já diz tudo.

ANTÍDOTO

Quando você só escuta variações de “não” e “mas”, significa que não há entendimento à vista. Então, o jeito é forçar a barra (no bom sentido!) fazendo perguntas teoricamente impossíveis de ser respondidas com negativas ou palavras evasivas. Por exemplo: “O que eu posso fazer para você mudar de idéia?” Claro que há o risco de seu homem encerrar o assunto com um lacônico “Nada”. Porém, a experiência mostra que ele deverá aceitar uma oferta de paz, abrindo espaço para os dois descobrirem o verdadeiro motivo do desentendimento e, ufa!, chegarem juntos a uma sábia saída.

  • O QUE VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE FAZER

A base de um relacionamento é a segurança. Ela deixa a gente predisposta a desenvolver comportamentos positivos que contagiam nossa outra metade. Já a insegurança desencadeia ansiedade e nos faz ficar na defensiva, postura que só colabora para envenenar relacionamentos presentes e futuros. Seja autêntica, sem deixar de ouvir o que o outro diz; demonstre empatia e dê apoio, pois são atitudes que fortalecem os laços a tal ponto que fica muito mais resistente a brigas.

ENTRE BRIGAS E BEIJOS

Alguns filmes com discussões quentíssimas para você usar de laboratório. Eles trazem lições do que não fazer – e do que fazer em nome do amor.

Separados Pelo Casamento
Jennifer Aniston e Vince Vaughn acabam descobrindo que não combinam meeesmo.

Abaixo o Amor
Depois de muito discutirem, Renée Zellweger e Ewan McGregor terminam juntos.

Armações do Amor
No filme, Matthew McConaughey briga com Sarah Jessica Parker, mas, depois de pensar melhor, volta atrás.

Vi no: nova.abril.com.br

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